3 de ago de 2017

Doce Apego

Este post faz parte do projeto 642 coisas sobre as quais escrever e este é o item 4, que sugere falar sobre coisas que você deveria jogar fora, mas que não consegue.


Já faz um tempo que venho tentando ser minimalista em tudo o que tenho/faço/sou e em alguns aspectos estou conseguindo, porém sempre tem aquelas coisinhas que eu não uso ou não preciso mais e que mesmo assim possuem um valor sentimental muito grande e não consigo me livrar delas:

- Livros que não pretendo ler: Eu não possuo tantos livros quanto gostaria, mas dentre os que eu tenho existem alguns que eu li e não pretendo reler, ou que não me marcaram tanto a ponto de permanecer com eles ou então alguns livros que ganhei, mas que não tem nada a ver com meu estilo literário e sei que não vou ler porque tenho outras prioridades, aí ficam lá ocupando espaço, mas fico com aquele medinho de me livrar deles e depois me arrepender.

- Salto alto: Nunca gostei de salto alto, não faço a mínima questão de usar, porém atualmente possuo dois pares, um deles inclusive comprei pra minha formatura que foi em 2013, ele ainda está super conservado porque usei poucas vezes depois disso. Eu só tenho eles porque imagino que possa surgir um evento super de "gala" em que eu precise usar, ai que iludida.

- Lembrancinhas de viagens: Não que eu viaje muuuito né? Mas quando vou em algum lugar novo tenho evitado essas lembrancinhas porque é legal na hora, mas depois não tem muita utilidade. Mas as que já tenho que trouxe de algum lugar ou que ganhei de alguém que foi para outra cidade e me deu é muito difícil de jogar fora porque poxa é uma lembrança.

- Fotografias: Na verdade, o caso aqui é preguiça mesmo de organizar minhas fotos porque eu tenho milhares delas e não que eu queira ou precise me livrar, mas tem algumas que são repetidas, apenas com a edição diferente, ou na mesma pose ou até as imagens do whatsapp que ficam salvas no celular, eu tenho procrastinado muito quanto à essa organização. Falo das digitais porque as fotos físicas tenho poucas e são as mais especiais, então não pretendo mesmo me desfazer delas.

- Diários antigos: Esses eu não pretendo me livrar tão cedo, mas não que eu precise fazer isso, ter essas lembranças guardadas é ótimo eu só preciso encontrar uma maneira melhor de organizá-los, já que alguns estão na casa da minha mãe e cada um em seu canto. Minha mente é muito esquecida e acho que diários (e atualmente o Bullet Journal) são a melhor forma de guardar as lembranças para a posteridade, já que ainda não tenho uma penseira.

E você, o que não consegue jogar fora?

3 comentários:

  1. Livros! Tenho o mesmo problema e estou há bons meses falando que vou criar um grupo no WhatsApp para trocar/doar e até hoje nada... e as fotos no celular também, são 985 arquivos sendo que metade já poderia ter ido para a lixeira a muito tempo!

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  2. Meu, tô muito nessa de precisar me livrar de algumas coisas e tentar viver de forma mais minimalista, mas eu sou, como diria a senhora mi ha mãe, muito apegada. Livros são a pior coisa para mandar embora. Eu tenho uma pilha com 15, separadinha, só dar ou vender ou sei lá... separei esses livros faz 2 anos. Então é isso, não tenho nenhuma dica para te dar, mas boa sorte!

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  3. Acho livros que não pretendo ler os mais difíceis de desapegar. Tem sempre aquele sentimento de "talvez eu leia um dia" que te faz adiar mais um pouco.

    Os diários eu joguei fora, só fiquei com alguns mais recentes. Escrevi eles num período complicado e só me fazia mal ficar relendo aquilo. Lembrava de coisas que eram dolorosas demais e que tinha esquecido. Então joguei fora. Os mais recentes eu guardo, mas tenho até medo de abrir. Comecei a escrever diários já pensando em jogá-los fora todo final de ano. Escrevo muito pra desabafar

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